sexta-feira, 20 de abril de 2018

Le Chalet não empolga



Le Chalet equívoco do começo ao fim


Por Ana Lucia Venerando

Disponível desde o dia 17 de abril no Netflix,  Le Chalet não consegue nem mesmo se explicar a que veio. Composta por seis episódios, muitos deles com quase uma hora de duração, a série aposta no bom e velho roteiro em que amigos se reúnem após 20 anos afastados. Mas sem entusiasmar.

Várias circunstâncias  deixam o grupo isolado em um vilarejo nos alpes franceses. Logo começa o desaparecimento e a morte de muitos das personagens do chalé e de alguns dos moradores da pequena vila.

Exibida na França pelo canal France 2, Le Chalet usa com demasia flashbacks justamente nos momentos em que o telespectador começa a se habituar com o ritmo da história. Logo fica claro que tudo não passa de revanche do tipo: `a vingança é um prato que se come frio´.

Trata-se de uma fórmula já usada zilhões de vezes. Em muitos casos dá  certo. Neste, especificamente, não acontece. Mesmo com a boa atuação dos atores. Destaque para Nicolas Gob no papel de Sébastien Genesta.

Detalhe: a música de abertura é de cortar os pulsos com faca de manteiga.

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